DFJ VINHOS - Uma década a prosperar

Em 2008, passados dez anos sobre a sua fundação, a DFJ Vinhos orgulha-se do caminho percorrido: tornou-se a empresa portuguesa detentora de uma das maiores quotas do mercado inglês, o equivalente a um milhão e meio de garrafas exportadas anualmente.

Em apenas uma década, conseguiu impor-se num sector global e cada vez mais concorrencial, já que exporta 90% da sua produção, o equivalente a 5,4 milhões de garrafas, a grande maioria marcas dirigidas a um segmento médio e de preço muito competitivo.

O regional Estremadura Ramada, uma marca entretanto cedida, foi líder no mercado inglês.

Outros tintos da mesma região, como o Portada, o Coreto e o Manta Preta, são já referências com tradição nos mercados escandinavos, representando 15% do volume exportado. Os monopólios estatais do Canadá absorvem outros 10% do total de vinhos regionais da Estremadura e Terras do Sado. E, em menor escala, a DFJ está também presente quer nos EUA, na Rússia, na Índia e no Brasil, quer em diversos outros países espalhados pelos cinco continentes continentes: Comunidade Europeia (Alemanha, Áustria, Bélgica, Espanha, França, Holanda, Irlanda, Itália e Luxemburgo), Europa de Leste (Polónia, República Checa, Eslováquia, Bulgária), África (São Tomé e Príncipe, Angola e Moçambique), Novo Mundo (Austrália e Nova Zelândia) e Oriente (China, Japão, Singapura e Tailândia).

Internacionalização, volume e diversificação da oferta (só não produz vinhos verdes e vinhos fortificados), são as palavras de ordem de uma empresa cujo objectivo prioritário é obter a melhor relação qualidade/preço em cada um dos seus produtos, de forma a manter os seus clientes sempre satisfeitos.

Uma aposta que se tem revelado acertada, a julgar pela presença crescente nos diferentes mercados mundiais, inclusivamente o nacional, e pelos muitos prémios alcançados, sobretudo fora de Portugal: mais de 80 atribuídos pelo consagrado Internacional Wine Challenge (IWC), entre os quais dois Red Wine of the Year.

Curiosamente, e apesar da dimensão da sua produção média anual – seis milhões de garrafas –, a DFJ não tem vinhas, apenas vinifica, indo buscar a matéria-prima às parcerias estabelecidas com vários viticultores do País.

A maior parceria da DFJ é com a empresa da família do Eng. José Neiva Correia a Rui Abreu Correia e Herdeiros, que possui na região de Lisboa em diversas quintas, 200 ha de vinhas em produção. A quinta de Porto Franco é a mais importante, pela sua dimensão, porque aí se encontra o centro de vinificação para mais de 2 milhões de litros, e porque foi onde José Neiva Correia nasceu.

Tanto o Coreto como o Portada – os dois vinhos com o preço mais baixo – representam 20% da produção total da empresa. Por fim, a este vasto portefólio acresce ainda os rosés – Pink Elephant, Coreto, Casa do Lago e Grand´Arte – “cada vez mais na moda” e, já com um posicionamento superior, brancos e tintos da gama alta: Grand´Arte e os premiums DOCs de Alenquer, Ribatejo e Douro, e os Icon Consensus e Francos Reserva.

IMG_5956 storks
IMG_3256 qta fonte bela