DFJ VINHOS - CRIAR OS VINHOS QUE AS PESSOAS GOSTAM DE PARTILHAR

A DFJ VINHOS é uma empresa familiar que nasceu em 1998.

JOSÉ NEIVA CORREIA é o enólogo chefe e proprietário.

Possui Quintas com uma área de 250ha, mais contratos com outros produtores que atingem mais 600ha. Toda a produção nas suas quintas é feita no regime de Produção Integrada (agricultura sustentável).

Em 2009 conseguiu a certificação da qualidade BRC – grau A, e desde 2019 que possui o grau AA.

Exporta 99% de 10 MILHÕES de garrafas para mais de 50 países.

O reconhecimento global é muito elevado tendo ganho desde 2010 mais de 4000 prémios, dos quais 610 apenas em 2020. Destes mais de 1000 são medalhas de ouro.

Orientada para os consumidores todos os vinhos são produzidos em função dos seus gostos. A DFJ VINHOS oferece uma das melhores relações mundiais de: PREÇO/ QUALIDADE/ FINESSE/ PRÉMIOS/ PRAZER.

Em 2009 conseguiu a certificação da qualidade BRC – grau A, e desde 2019 que possui o grau AA.

Exporta 99% de 10 MILHÕES de garrafas para mais de 50 países.

O reconhecimento global é muito elevado tendo ganho desde 2010 mais de 4000 prémios, dos quais 610 apenas em 2020. Destes mais de 1000 são medalhas de ouro.

Orientada para os consumidores todos os vinhos são produzidos em função dos seus gostos. A DFJ VINHOS oferece uma das melhores relações mundiais de: PREÇO/ QUALIDADE/ FINESSE/ PRÉMIOS/ PRAZER.

 

O ENÓLOGO JOSÉ NEIVA CORREIA

A DFJ VINHOS é uma das maiores, senão a maior criação profissional de José Neiva Correia, os dois são Indissociáveis.

Nasceu e cresceu em terra de vinhos e vinhedos naquela que muitos historiadores consideram ser uma das propriedades mais antigas do concelho de Alenquer no distrito de Lisboa e cuja origem é anterior à nacionalidade – a Quinta de Porto Franco. É neste terroir de excelência que José Neiva Correia, nascido em 1949, um dos enólogos que mais vinhos tem assinado em Portugal, produz grande parte da matéria-prima para produzir as melhores criações da DFJ Vinhos, a empresa que fundou em 1998 e que hoje é responsável por uma produção média anual de dez milhões de garrafas, 30 marcas e mais de cem vinhos diferentes, quase todos da região de vinhos de Lisboa.

Descendente de várias gerações de vitivinicultores, tanto do lado do pai, como da mãe, José Neiva Correia seguiu a tradição familiar com gosto e profissionalismo. Quem bem o conhece ou com ele trabalha gaba-lhe a criatividade e o entusiasmo com que assina cada um dos seus muitos e variados vinhos, em que mistura até castas improváveis com resultados surpreendentes.

O renomado crítico de vinhos Roger Voss, elogiou a sua capacidade de trabalhar várias castas num mesmo vinho, como foi o caso do PORTADA Winemakers Selection tinto 2011 com sete castas que ganhou 90 pontos, e foi eleito o #8 TOP 100 Best Buy da Wine Enthusiast. Nas suas palavras: “Estou impressionado com a forma como aliou 7 castas, mas sei que o José Neiva é um grande criador de vinhos de lote.”(a)

José Neiva respondeu com algo que traduz a sua filosofia de busca do melhor em cada uva: “Quando juntamos elementos diferentes conseguimos fazer vinhos mais perfeitos, e dar mais prazer às pessoas.”

Sejam topos de gama com tiragens reduzidas ou vinhos de grande volume destinados a satisfazer os grandes mercados internacionais, a exigência pela qualidade do produto final é, convictamente, a mesma, sem qualquer pretensão. Há que saber fazer, muito bem e de tudo.

Como enólogo, tem vindo a desenvolver um trabalho pioneiro na implantação de novas castas em Portugal, a promover uma agricultura mais amiga do ambiente e, inclusivamente, a procurar encontrar soluções para um dos grandes problemas com que se debate o sector vinícola: a correcta vedação das garrafas com rolhas de cortiça.

(a) Extract from the clip: “Wine Enthusiast at DFJ VINHOS”: https://www.youtube.com/watch?v=LlE7m7tUgUQ&t=22s

 

FORMAÇÃO E EVOLUÇÃO

Engenheiro técnico agrário de formação, José Neiva Correia começou por estagiar no Centro Nacional de Estudos Vitivinícolas em Dois Portos, realizando, posteriormente, etapas de aperfeiçoamento em Bordéus na França, e na Alemanha em Gesenheim.

Começou a trabalhar em Adegas Cooperativas há 35 anos, convidado pelo Eng.º Octávio Pato o top dos enólogos portugueses nos anos 60, 70 e 80.

Foi responsável por perto de 10% da produção portuguesa nos anos 80 e parte dos anos 90.

José Neiva possuiu nos anos 80 um laboratório para análise de vinhos, foliares, terras e águas de rega, que lhe permitiu aprofundar o conhecimento sobre o vinho e a vinha.

 

O CIENTISTA

Rigoroso e dado à investigação, José Neiva Correia desenvolveu e patenteou o primeiro método efectivo de desinfecção das rolhas através de ozono (que acabou por vender ao Grupo Amorim) e que contribui para a diminuição do teor do famigerado TCA (o composto Tricloroanisol causador do chamado “cheiro a rolha”), o maior inimigo dos enólogos.

 

A REGIÃO DE LISBOA

Na região de vinhos de Lisboa onde José Neiva Correia nasceu, vive e trabalha, o clima é temperado, suave, com chuva e humidade na estação certa. Porém existem muitos vales e montes que dão origem aos mais diversos microclimas. Acresce que a qualidade e características do solo também variam dando origem a diferentes terroirs. Finalmente a proximidade do oceano Atlântico ajuda a moderação climática sem grandes oscilações de temperatura, com Invernos e Verões amenos, e orvalho nocturno facilitando a maturação regular.

Os 200 ha de vinhas da DFJ VINHOS na região de Lisboa são preparados para vindima mecânica (12 a 15 ha/ dia), para evitar o equinócio (21 de Setembro), quando há previsão em séries históricas climáticas de 90% de chuva.

 

AS UVAS

Há um acompanhamento constante da evolução da melhoria dos clones das castas, por isso o tempo de vida médio de uma vinha é de 25 a 30 anos, para dar lugar a melhores plantas sempre livres de vírus e de doenças da videira.

Seleciona e produz os melhores vinhos das uvas Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Roriz, Alfrocheiro, Shiraz, Cabernet Sauvignon, Fernão Pires, Chardonnay e Moscatel. José Neiva introduziu em Portugal a casta Caladoc (cruzamento de Grenache com Malbec). É o maior produtor português de Pinot Noir (30 ha). Realizou a 1ª colheita em 2009 de Dornfelder uma casta tinta alemã de ciclo curto, pela primeira vez cultivada em Portugal. Já estão também em produção o Riesling, o Verdelho, o Sauvignon Blanc, o Marsanne e o Tannat. Continua a produzir Alvarinho – o branco preferido da família. Grande “fã” do Alicante Bouschet (cruzamento de Petit Bouchet e Grenache), tendo sido o primeiro produtor a engarrafar este vinho como varietal.

 

EM HARMONIA COM A NATUREZA – A BOA AGRICULTURA

À escolha criteriosa das castas a plantar nas diversas quintas, José Neiva Correia acrescenta uma agricultura esmerada, onde não há lugar para produtos químicos nos seus solos. Apenas usa matéria orgânica seleccionada em função das terras, das águas residuais, do clima, das castas, dos clones e do vinho que se quer produzir. Toda a matéria orgânica é previamente analisada para verificar se é a adequada e ainda para evitar metais pesados e outros elementos negativos para as plantas e para o ambiente.

A nutrição das videiras é feita duma forma racional sem excessos nem carências, pois que a cedência da água absorvida e dos nutrientes, verifica-se à medida das necessidades da planta.

O resultado final é uma produção de alta qualidade e bastante acima da média da produtividade em Portugal.

De todo este trabalho e consciência ambiental nas quintas da DFJ VINHOS resultou a certificação de PRODUÇÃO INTEGRADA.

 

QUINTA DE PORTO FRANCO - Um terroir histórico

Uma longa alameda de plátanos conduz à entrada principal da Quinta de Porto Franco, um edifício baixo e comprido com a traça típica das tradicionais casas agrícolas de Alenquer.

A propriedade entra para a família de José Neiva através do seu bisavô que a compra ao visconde de Chanceleiros, par do Reino, governador civil de Lisboa e ministro das Obras Públicas do rei Dom Luís. Figura histórica da viticultura portuguesa, Sebastião José de Carvalho, o 1.º visconde de Chanceleiros, ficou conhecido pelas inovadoras técnicas agrícolas que utilizava, pois teve a ousadia de replantar com bacelos americanos as vinhas dizimadas pela filoxera.

Passados dois séculos, Porto Franco transformou-se no assento de lavoura de um núcleo de propriedades compradas e herdadas pelo seu pai.

Actualmente, a adega e vinhas estão sob o controlo da DFJ Vinhos, S.A.. 

É o berço e onde cresceu José Neiva Correia a 60 km norte do centro de Lisboa, 20 km do Oceano Atlântico, com 80 ha de vinhas em modo certificado de produção integrada respeitando o ambiente, os solos e as águas residuais.

Em redor dos terreiros e dos pátios que circundam a casa, manchas de diferentes cores pincelam a paisagem: Alfrocheiro de um lado, Moscatel do outro, uma vinha nova de Alicante Bouschet mais à frente e, à esquerda, Syrah, uma vinha que deu 14 toneladas por hectare logo no segundo ano de plantio.

Aliás, uma das preocupações constantes de José Neiva Correia é conseguir incrementar a taxa de produção das suas vinhas, mas sem diminuir a qualidade das uvas. Tem estudado e trabalhado para acelerar o ciclo produtivo das plantas, de forma a conseguir uma exploração competitiva que assegure a melhor qualidade ao mais baixo custo.

Muitas das suas vinhas novas estão em plena produção ao fim de 14 meses quando o tempo médio seria de três a cinco anos, sem pôr em causa a qualidade dos vinhos.

Um pouco mais à frente, do outro lado da casa, a velha adega que ainda hoje ostenta as armas da família Lobo Garcez Palha (século XVIII), tem vindo a ser restaurada e adaptada aos tempos modernos: os depósitos são revestidos a fibra de vidro e epoxi, os postigos e as bocas foram substituídos por inox e os filtros de vácuo para os brancos e rosés asseguram mostos isentos de substâncias sólidas em suspensão. Apenas meia hora separa a apanha da uva, toda feita à máquina, e a respectiva entrada na adega para dar início ao desengace, esmagamento e subsequente processo de vinificação.

Só as pequenas parcelas destinadas a topos de gama - FRANCOS e CONSENSUS são colhidas à mão, sendo cada cacho cuidadosamente seleccionado.

Tem capacidade de vinificação e armazenagem para 3 milhões de litros.

A fermentação de vinhos brancos em barrica também é feita em Porto Franco.

 

DFJ VINHOS - Desde 1998 a prosperar

Em 1998, José Neiva Correia era já um enólogo de renome em Portugal, trabalhando como consultor para várias empresas, uma das quais a D&F Wine Shippers, nesse tempo a maior importadora de vinhos portugueses no Reino Unido, quando decidiu associar-se aos seus donos. Ao “D” de Dino Ventura e ao “F” de Fausto Ferraz, juntou o “J” de José e nasceu a DFJ Vinhos. Mas, em 2005, tornou-se o seu único proprietário pois, com a morte de um dos sócios, optou por comprar a totalidade do capital da empresa.

A DFJ Vinhos orgulha-se do caminho percorrido: desde 1998 até hoje exportando mais de 99% de 10 milhões de garrafas para mais de 50 países.

Internacionalização, qualidade, e diversificação da oferta e corresponder aos desejos do consumidor, são as palavras de ordem de uma empresa cujo objectivo prioritário é obter a melhor relação qualidade/preço em cada um dos seus produtos, de forma a manter os seus clientes sempre satisfeitos.

Uma aposta que se tem revelado acertada, a julgar pela presença crescente nos diferentes mercados mundiais, e pelos muitos prémios alcançados fora de Portugal: mais de 4000 desde 2010.

 

QUINTA DA FONTE BELA – A Catedral do Vinho

Localizada em Vila Chã de Ourique - Cartaxo, 80 km a norte da cidade de Lisboa e 5km a oeste do rio Tejo, é uma propriedade centenária única. A maioria dos edifícios pertencem à chamada "Arquitectura do ferro" usada na segunda metade do século XIX.

Todas as instalações foram projectadas por engenheiros do atelier de Eiffel, que estavam em Portugal a desenhar obras públicas, onde se destaca a ponte D. Maria no Porto. O proprietário da Quinta na época (António Francisco Ribeiro Ferreira) aproveitou a presença destes engenheiros e encomendou os planos do que viria a ser o centro da sua actividade agrícola.

O primeiro edifício veio a ser a adega concluída em 1897. A arquitectura exterior é também única em Portugal por ser  característica do sul de França de certeza a origem dos engenheiros. Um conjunto de construções em pedra, imponentes e de traço insólito para a região, uma mistura de arquitectura francesa onde não falta a telha de Marselha, com resquícios de arquitectura industrial, a julgar pela impressionante chaminé da destilaria que se avista a muitos quilómetros de distância.

Também conhecida na região pela Catedral do Vinho, A Quinta da Fonte Bela é composta por vários edifícios, ode encontramos a sede da DFJ, os escritórios, um centro de vinificação, a Linha de Engarrafamento, armazéns, uma adega com capacidade para 13,3 milhões de litros, Laboratório e Sala de visitas. Encontramos ainda aquela que foi a maior adega de tonéis de madeira do País, hoje utilizada para estágio do vinho em meias pipas de carvalho-francês.

A tanoaria é outro elemento crucial da DFJ VINHOS, dedicada ao restauro das barricas. A DFJ VINHOS só usa barricas francesas de Allier, e a tanoaria permite a utilização racional das barricas de acordo com as necessidades técnicas do enólogo para os melhores vinhos brancos e tintos.

Desde 2018 a Quinta da Fonte Bela tem 50ha de vinha plantada com as castas Alicante Bouschet, Shiraz, Tannat, Moscatel e Sauvignon Blanc.

 

RECONHECIMENTO

Galardoada Companhia portuguesa de vinhos de 2004 pela Revista de Vinhos.

Duas vezes vencedora do troféu Red Wine of the Year no International Wine Challenge - Londres.

Primeira medalha de ouro para um vinho branco português no IWC - Londres.

Ganhou o #1 TOP 100 BEST BUY DO ANO 2012 na Wine Enthusiast Magazine.

Nomeada uma das 5 melhores empresas vinícolas europeias de 2017 pela Wine Enthusiast Magazine.

DOZE vezes na lista Wine Enthusiast Magazine dos 100 TOP BEST BUY OF THE YEAR.

Desde 2010, ganhou mais de 4000 prémios sendo 610 apenas em 2020.

Distinguida em Portugal em 2019 como PME Excelência, pelo 4º ano consecutivo.

 

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